terça-feira, 10 de julho de 2012


"Tocava aquela música que era a nossa cara
Quis saber como você estava
Senti a sua falta
Bem que você podia me ligar
Como vai? O que tem feito?
Disfarçaria para não dar nenhuma bandeira
Pra fingir que tá tudo certo
Que a minha vida continua da mesma maneira
Mas o tempo que era tão pouco
Com você por perto
E agora um deserto
Já sei que as flores de plástico não vivem
Deixava aquela música invadir a sala
Pra preencher o espaço que você deixou
Quem sabe você volta
Até a música parar"   ~ Jay Vaquer

A você!
Aos lugares que ficaram nos esperando
às pessoas que acreditaram:
minhas sinceras desculpas e lamento.
A você,
pode me esquecer, se assim quiser
mas ao ouvir aquela canção,
lembra do que foi bom
Agora é sem magia
Agora é sem poesia
sem o sonho bom
mas ao ouvir aquela canção,
saiba que esse coração
foi seu.


Quem disse que não foi inabalável?
Mas o inabalável precisa saber abrir mão
isso também é cuidar.







Se eu pudesse

Ah, seu eu pudesse controlar meus sonhos.
Sonhei que era tudo bonito hoje
que estava tudo bem
Subconsciente incontrolável
Dizem que o coração fica lá em cima
Deve ser!
Ah, seu eu pudesse controlar meus sonhos.

Deletaria o que não é mais real,
diria ao coração que ele precisa aceitar o fim
Ah, seu eu pudesse controlar meus sonhos.

Não sonharia com mais nada.
Viveria o dia como em 1936
Chaplin que me perdoe,
mas é melhor ser uma máquina humana de uma fábrica qualquer
do que de um coração bobo que não sabe deixar de amar
Esse meu coração leviano
imprudente, otário.

Ah, seu eu pudesse controlar meus sonhos.
Não faria mais nada. Deixaria o sonho sonhar por mim
Pois não tenho mais forças pra sonhar sozinha

Clicar(link): música "Diga", por Lucas Silveira



segunda-feira, 9 de julho de 2012


A Ponte


O olhar que não mentiu
O início mais bonito
O cuidado que protege,
assegura e faz sorrir!

Ao cruzar aquela ponte,
busque se re-descobrir.
Mas se olhar pra trás
eu estarei ali.

Se cuida!
Não faça nenhum mal a si
Saiba que se vier a cair
pode segurar minha mão.
Levanta! Não desista desse caminhar


Ame! Sonhe! Dance! Patine!
Olhe o céu.
Tente ver o belo que há
nos dias aqui


Não diga que não é capaz,
você será o que escolher ser
Não são "eles" que decidem
quem é que vai vencer!


O amor mais puro eu te dei
e não pra mais ninguém
ele ainda está aqui


Deixo você ir
com a condição de se amar
Não se deixar enganar
largar o vício
aquele trago de pessimismo diário
sim, esse vício me perturba mais
Muito mais!

Não sou tudo que você precisa
talvez nem precise mais!
Caso o talvez vença
só quero te ver de longe
feliz, sorrindo

Atravessando aquela ponte sem olhar pra baixo
sem se lançar ao rio
rio de fraquezas, dores e angústias

Pode ir, mas fica bem, promete?
Amar também é ceder


              parafraseando o sábio Camelo: "Diz! Quem é maior que o AMOR?"


domingo, 13 de maio de 2012

Saudade de escrever. É bom quando o pensamento não fica só aqui dentro.
Mas nem é sexta-feira, amor.